quarta-feira, 15 de setembro de 2010

Poesia!

Lá

Em poucos pensamento encontro meu ser
De onde vem tantos vazios
Que se enchem de mins
Vazios tão meus
Tão eus; poderiam formar de mim outro

Guardado no interior da caverna
Em brisas que não passam
No vácuo do nada
Respiração travada
Poucas verdades sem vida

E em mim nenhum nós se dá
Desataria qualquer que tentasse
De solidão se vive o poeta
Se não poesia falsificada
De companhia roubada de mim
Me guardo no vazio delicado do verso


Juliana Sanches Thomaz.

Um comentário: