Lá
Em poucos pensamento encontro meu ser
De onde vem tantos vazios
Que se enchem de mins
Vazios tão meus
Tão eus; poderiam formar de mim outro
Guardado no interior da caverna
Em brisas que não passam
No vácuo do nada
Respiração travada
Poucas verdades sem vida
E em mim nenhum nós se dá
Desataria qualquer que tentasse
De solidão se vive o poeta
Se não poesia falsificada
De companhia roubada de mim
Me guardo no vazio delicado do verso
Juliana Sanches Thomaz.
Fantástica...!
ResponderExcluir